7 passos para a boa gestão do lixo hospitalar

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Não tratar o lixo proveniente de instituições de saúde pode acarretar graves problemas, como a proliferação de doenças e contaminação do meio ambiente. São dois os tipos de lixo. Os chamados biológicos, ou infectantes, composto por curativos, gaze, algodão com sangue ou secreções, agulhas, seringas, lâminas de bisturi etc; e os comuns, como alimentos, fraudas, entre outros.

De acordo com o coordenador de Qualidade, Segurança, Meio Ambiente e Saúde da Trusher, Juliano Segatti, qualquer material hospitalar que tenha entrado em contato com o paciente deve ser acondicionado de modo diferenciado pelos profissionais da área.

“É muito comum a mistura dos resíduos infectantes com o lixo comum. E os hospitais, em geral, culpam os colaboradores da limpeza, quando são os enfermeiros e técnicos de enfermagem que precisam ser orientados sobre o descarte adequado”, enfatiza Segatti.

Depois de separados adequadamente, os biológicos são colocados em containers e os pérfurocortantes em caixas starpacks e levados para usinas de tratamento, onde são esterilizados – expostos à alta pressão e temperatura para eliminar microorganismos – e triturados na sequência.
Após o tratamento, o lixo é direcionado aos aterros licenciados, não oferecendo mais perigo às pessoas e ao meio ambiente.

Na opinião de Segatti, os hospitais federais do Rio de Janeiro, praça de atuação da Trusher – com 80% de market share – são os que menos fazem a gestão eficiente do lixo. Os particulares são os mais receptivos e ativos na questão, segundo o executivo.

Os preços médios para o serviço variam de acordo com o montante de lixo descartado pela entidade. “Se um hospital gera 15 containers diários de resíduo comum, o valor varia entre 13 a R$ 15. Caso sejam 10 containers de resíduo infectante, o preço gira em torno de 35 a R$ 55”, explica Segatti.

Passo a passo:

-1. Separação correta do lixo, não havendo mistura do lixo infectando/biológico com o comum;
-2. não tirar os pérfurocortantes da caixa starpack, evitando acidentes;
-3. acondicioná-los de maneira correta, dentro dos containers de plásticos, com volume de 240 litros;
-4. coleta do resíduo de dentro do container e remoção para o caminhão baú;
-5. chegada na usina para o tratamento, chamado autoclavação ou esterilização (no caso de resíduos químicos, eles são incinerados);
-6. Trituração;
-7.aterro sanitário.

Fonte: Saúde Web/ Verena Souza

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